A sessão ‘pérolas’ será permanente ou enquanto houver clientes aprontando nas agências…
relato 1) Sexta-feira na fila de atendimento preferencial do caixa. Uma senhora com seus quarenta e poucos anos aguarda o atendimento. Quando de sua vez, questiono a razão pela qual tinha ficado na fila. Depois de me responder que era para “pagar uma conta”, avisei que somente idosos acima de 60 anos seriam beneficiados. Ela diz então, que está com problemas físicos. Questiono sua deficiência e depois de uns dez segundos, ela responde, gaguejando…”nhê, estou grávida”. É mole? Disse que ela não estava sendo honesta e que não iria atendê-la. Que cara-de-pau!
relato 2) Sexta feira dia 25 ao meio dia. Personagens: um cliente de mais ou menos 30 anos e a mocinha que vos fala substituindo a G Contas. “Causo”: Após ouvir uma estória triste de que o cliente teria sido assaltado e que portanto não possuia o cartão para acessar sua conta, solicitei documento de identificação do cliente e lhe mostrei seu extrato. Depois de repetir umas sete vezes que o saldo de R$365,00 era negativo (para um limite de R$300,00), o cliente insistia em saber quanto poderia sacar. “Infelismente nada senhor” “Como nada? Então quero fazer um empréstimo?” “O senhor não conseguiria pois possui restrições no nome.” “então me faz um cheque avulso.” “O que?” “É menina, um papel que eu assino, vai… eu só quero dez reais” “Mas não há dinheiro na sua conta” “Mas aqui não é um banco?”
Olhei para a fila de atendimento, para ele e, após ouvir a mesma coisa várias vezes, estendi a mão e desejei-lhe “Bom fim de semana”.
relato 3) Dia desses, a agência lotada (para variar), chamei o próximo da fila do caixa e veio um rapaz novo, dizendo que queria sacar, porque ele tinha “antecipado”. Olhei bem para ele, pois achei meio estranho um moço tão novo ter feito antecipação do IR. Pedi o cartão e ele me respondeu que não tinha, porque só tinha poupança e nunca teve cartão. Ele me reafirmou que era “antecipado” e só queria sacar da sua conta e eu, sem entender o que ele queria, peguei aquela caderneta antiga onde vem anotado o número da poupança e o RG do dito cujo. De repente, uma luz no fim do túnel: a conta era antiga, então olhei a data de nascimento do rapaz e descobri: ele era EMANCIPADO.
continua…
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